Conjuntivite: evite o contágio



E ao contrário do que muitos imaginam a doença não tem época específica para aparecer.

Ardência e sensação de corpo estranho nos olhos são alguns dos incômodos provocados pela conjuntivite. A inflamação da conjuntiva (membrana transparente e fina que reveste o ‘branco do olho’) causa alterações na córnea e nas pálpebras. E ao contrário do que muitos imaginam a doença não tem época específica para aparecer. Pode ser no inverno, no verão, em qualquer estação do ano.

A conjuntivite pode ter causas alérgica, bacteriana, viral ou por irritação química. O médico oftalmologista deve fazer o acompanhamento para indicar o tipo de conjuntivite e o tratamento adequado. As conjuntivites infecciosas virais e bacterianas são os tipos mais comuns por serem contagiosas. A viral pode até resultar em epidemias, se propaga em locais de grandes aglomerações. Os sintomas podem durar até quatro semanas. Na maioria dos casos compromete os dois olhos. A doença, depois de tratada, não deixa sequelas.

Evitar o contágio é um procedimento que exige cuidados básicos com a higiene. O problema pode alterar a rotina do paciente. A recomendação de especialistas é evitar o contato com outras pessoas. O contágio, normalmente, acontece pelo contato físico do olho com as mãos, objetos, piscinas ou toalhas contaminadas. Um simples aperto de mão pode se transformar em conjuntivite.

Principais sintomas:

- Sensação de areia ou de ciscos nos olhos;
- Olhos vermelhos e lacrimejantes;
- Pálpebras inchadas;
- Secreção;
- Coceira.

Como evitar:

- Lavar bem as mãos com frequência;
- Evitar tocar os olhos;
- Evitar compartilhar toalhas e óculos;
- Evitar banhos de piscina.





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