III Encontro de Geografia da Universidade Federal de Juiz de Fora-MG





O excelente Prof. Gaudêncio Frigotto

Os alunos do IFET Fluminense (CEFET Campos) estão participando do III Encontro de Geografia da UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora-MG, evento comemorativo aos 60 anos do Curso de Geografia na Instituição mineira

Programação realizada no dia 27/05/2008:

Mesa Redonda (anfiteatro FALE - Faculdade de Letras): Experiências de ex-alunos da UFJF em cursos de pós-graduação
Geraldo Rocha (coordenador), Sebastião Menezes (moderador). Debatedores: Cristiane Campos Toledo e Ricardo Zaidan.
14:00 horas
Mesa Redonda (Sala 1401 - ICH): Geomorfologia de Juiz de Fora
Sócrates Campos Bandeira - UFJF (Coord), Bárbara da Silva Santiago - Mestranda do Programa de Pós-graduação em Ciência Ambiental da UFF - e Sara Lawall - Mestranda do Programa de Pós-graduação em Geografia da UFRJ.

16:00 horas
Mesa Redonda (Anfiteatro FALE- Faculdade de Letras): O DGEO/UFJF na amazônia brasileira: das ações no
Projeto Rondon às perspectivas atuais
Vicente Paulo S. Pinto - UFJF (Coord), Wilson G. Acácio - UEA, Misael Camargo - UFJF

Noite
19:30 horas
PALESTRA (Anfiteatro ICB): "A literatura de viagens, explorações e de aventuras: a obra de Júlio Verne"Prof. Dr. Oswaldo Bueno de Amorim Filho - PUC Minas -
Programação do dia 28/05/2008. Manhã - De 8 às 10 horas
APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ORAIS

MESA REDONDA
10:30 horas
Mesa Redonda (Anfiteatro FALE- Faculdade de Letras): A Prática de Ensino e a Formação do Professor de Geografia
Jader Janer M.Lopes - UFF (Coord.), Sônia Regina Miranda - UFJF, Manoel Martins de S. Filho-UERJ

Tarde - MESAS REDONDAS
14:00 horas
Mesa Redonda (Anfiteatro FALE- Faculdade de Letras): Prática Profissional e a Formação do Geógrafo
Maria Aparecida A. Gonçalves- UFJF(Coord.), Juliana Coutinho A. Giuseline- AGENDA-JF,
Julio César de A. Valério - PLANGEO, Romildo Carmanini Ferraz - AGENDA-JF

14:00 horas
Mesa Redonda (Sala 1401 – ICH):Prática Profissional e a Formação do Professor de Geografia
Roselene P. Bom Jardim - UFJF (Coord.), Adriana Motta Barbosa -CTU, Andréia S. Ribeiro- JOÃO XXIII

16:00 horas
Mesa Redonda (Sala 1401 – ICH): Pesquisas Urbanas em Juiz de Fora
Cássia de Castro Martins Ferreira - UFJF (Coordenadora), Leandro Faber Lopes - PJF, Flávia Calvano - CES-JF, Cassiano Caon Amorim - CES-JF

16:00 horas
Mesa Redonda (Anfiteatro FALE- Faculdade de Letras): Retrospectivas e Perspectivas da Cartografia
Valéria Trevizani B. Aguiar - UFJF (Coord), Nei Erling - SBC - Gisele Machado Tavares - PJF

Noite - 19:30 horas
PALESTRA (Anfiteatro ICB): "Cartografia ontem e hoje - bases conceituais"Profª. Drª. Maria Elena Simielli - USP -

Programação do dia 29/05/2008 - Manhã - De 8 às 12 horas
APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS ORAIS

Tarde - MESAS REDONDAS - 14:00 horas
Mesa Redonda (Anfiteatro FALE) : Geografia e os Estudos Hidrográficos da Bacia do Rio Paraibuna
Pedro José de O. Machado - UFJF (Coord), Ricardo Tavares Zaidan - UFJF, Cristian Ricardo
Ribeiro - Professor da Rede Estadual de Ensino, Romildo Carmanini Ferraz- AGENDA JF.

14:00 horas
Mesa Redonda (Sala 1401 - ICH): Identidades na Educação
Marcus Vinicius S. Dutra - CAVE (Coord) e Antônio Flávio Barbosa Moreira - UCP/ANPED

16:00 horas
Mesa Redonda (Anfiteatro FALE- Faculdade de Letras): ALGUMAS TENDÊNCIAS DEMOGRÁFICAS DO SÉCULO XXI
Luiz Fernando Soares de Castro - UFJF (Coord.), Luiz Cláudio Ribeiro - UFJF, Weber Soares - UFMG

16:00 horas
Mesa Redonda (Sala 1401 - ICH):A Investigação Científica e Geográfica no Programa de Educação Tutorial
Coordenador: Prof. Miguel Ângelo Ribeiro (Tutor do PET)Participante: Hugo Heleno Camilo CostaTema: Projeto Maracanã.Participante: Andréa de Oliveira RaimundoTema: Proposição de Medidas para Minimização da Degradação de Solo em TrilhasParticipante: Vinícius dos Santos SantanaTema: Movimentos territoriais e transformações no espaço urbano carioca.

Noite - 18:00 horas - ENCERRAMENTO (Anfiteatro ICB)

Entre Fugas e Aproximações das Geografias
Prof. Dr. Wenceslao Machado O. Júnior - UNICAMP
Concurso de Cartografia Para Crianças
Nei Erling - Sociedade Brasileira de Cartografia

21 horas - CONFRATERNIZAÇÃO POR ADESÃO

Só Por Hoje: Enfrentando o desafio do dia

A Baía da Guanabara - Foto de Leandro Machado - 3º Período de Geografia CEFET Campos

"(...) a decisão de pedir ajuda a Deus é a nossa maior fonte de força e coragem."
Texto Básico, p.28.


O desafio é algo que nos impulsiona para o sucesso. Coisas novas e desconhecidas servem como desafios, tanto aos que nos parecem boas quanto as ruins. Somos desafiados por obstáculos e oposições internos e externos. Coisas novas e difíceis, obstáculos e oposições, são todos parte da "vida como ela é". Viver limpo significa aprender a lidar com os desafios.
Muitos de nós, consciente ou inconscientemente, tomamos drogas para evitar lidar com os desafios. Muitos de nós temíamos tanto o fracasso quanto o sucesso. Cada vez que abrimos mão do desafio do dia, sofremos uma perda de auto-estima. Alguns de nós usamos drogas para mascarar a vergonha que sentíamos. Cada vez que fizemos isto, nos tornamos menos capazes de lidar com nossos próprios desafios e mais propensos ao uso.
Trabalhando o Programa de NA, descobrimos as ferramentas de que precisávamos para enfrentar com sucesso qualquer desafio. Viemos a acreditar em um Poder maior do que nós mesmos, um Poder que cuida de nossa vontade e de nossas vidas. Pedimos a este Poder para remover nossos defeitos de caráter, aquelas coisas que fizeram nossas vidas incontroláveis. Tomamos medidas para melhorar nosso contato consciente com este Poder Superior. Através dos passos nos foi dada a capacidade de parar de usar drogas e começar a viver.
Cada dia, nos defrontamos com novos desafios. E cada dia, através do trabalho de nosso programa de recuperação, estamos recebendo a graça de enfrentar esses desafios.

Só Por Hoje: Eu vou pedir ao meu Poder Superior para ajudar-me a enfrentar cara a cara o desafio de hoje.

III Encontro de Geografia da Universidade Federal de Juiz de Fora-MG



Dando continuidade ao processo contínuo de aprendizagem, o blogueiro segue para a cidade de Juiz de Fora-MG, objetivando participar das atividades do III Encontro de Geografia UFJF, junto com os estudantes do Curso de Licenciatura do CEFET Campos (IFET Fluminense).

A edição comemorativa dos 60 anos do curso pretende reunir alunos, professores e geógrafos para a apresentação de trabalhos, discussão de temas relevantes e troca de experiências profissionais.
Palestras e mesas redondas estão previstas para o encontro que irá abordar os eixos temáticos Ensino de Geografia, Geografia e Sociedade, Geografia e Meio Ambiente e Cartografia. "Esses tópicos foram escolhidos para tornar amplas as discussões, cobrindo ao máximo as diferentes áreas de estudo e de aplicação da Geografia", explica um dos organizadores do Encontro, professor Luiz Fernando Soares de Castro.

O evento irá contar com a participação de pesquisadores de diferentes centros de ensino de Juiz de Fora e região. Os grandes destaques serão as palestras, realizadas nos dias 27 e 28. A primeira, ministrada pelo professor-doutor Oswaldo Bueno de Amorim Filho, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), discutirá o tema "A literatura de viagens, explorações e de aventuras: a obra de Júlio Verne". Na segunda, a professora-doutora. Maria Elena Simielli (USP) irá debater as diretrizes da cartografia.

"Acreditamos que o encontro vai possibilitar que os novos alunos do Curso de Geografia conheçam as experiências de quem já está no mercado de trabalho e saibam da importância de sua futura profissão", destaca Luiz Fernando. Ainda segundo ele, a julgar pelo número de trabalhos já inscritos, a expectativa é de que a participação seja grande.

Maiores informações:

(32) 2102-3108 / 3121 ou através do site www.geografia.ufjf.br/encontrodegeografia .

Click XI EREGEO - Encontro Regional dos Estudantes de Geografia do SUDESTE - Niterói e Rio de Janeiro






QUAL É SUA GEOGRAFIA II ? XI EREGEO SUDESTE

XI Encontro Regional de Estudantes de Geografia do Sudeste Acampamento no Campus da Praia Vermelha - UFF - Niterói-RJ
Galera da Geografia do CEFET Campos dando um rolet na Lapa - Rio de Janeiro-RJ

A metrópole moderna nos aprisiona. O sentimento de falta de sentido é gritante. Não se sabe mais quem se é, para onde ir. Não se vê mais a própria importância como indivíduo. O sentimento de insignificância leva à falta de responsabilidade e à apatia. Perdemos nosso mundo. Somos uma geração sem mundo, apáticos, sós, ensimesmados, sem referências.
E a Geografia nisso?
Sendo a Geografia um conjunto de conhecimentos e categorias de análise (com seus diferentes conceitos) com o propósito de entender os porquês de os fenômenos de localizarem do modo como se localizam, entendo que ela pode ser entendida, mais do que como uma disciplina acadêmica, como um conhecimento básico da existência humana, necessário para a autonomia de qualquer ser, pois entender nossa própria geograficidade é entender o lugar que somos, criamos e dividimos em todas as relações que nos constituem. Lanço então essas propostas propositalmente pouco sistemáticas, para promover o debate público. Que este EREGEO sirva, entre outras coisas, para tal:

POR UMA GEOGRAFIA DA CONVIVÊNCIA

Distribuições locacionais. Espacialidades e seus significados: Geografia.
E NÓS?
E EU?
Onde estou EU no mundo?
Onde está EU na Geografia?
Onde estão NÓS na Geografia?
Onde estamos?

A VIVÊNCIA

Eu. Ser de vivência geográfica. Ser espacial que entende e constrói com intencionalidade sua espacialidade.
Eu. Ser que aos outros percebe. Ser que cria fronteiras. Ser que divide e compartilha e é dividido.
Eu sou espacial e me espacializo com os outros eus.
Eu sou geográfico e me geografizo com os outros eus.
Nossa geograficidade tem sido padronizada, reprimida, insensibilizada. Nossa percepção dos outros e de nós mesmos tem sido castrada.
O simples caminhar conjuntamente em uma rua parece ser o caos. O choque eterno: a incapacidade de conviver, de atrelar nossas geograficidades individuais em uma geograficidade coletiva prazerosa e possibilitadora de real convivência.
Perceber; calma para perceber; cuidado em perceber; necessidade de perceber; vontade de perceber: conviver: atividades embrutecidas e em processo de aceleração do embrutecimento; Atividades essenciais do viver e fazer geográfico.

A PROPOSTA

É necessário perceber, entender e assumir nossas geograficidades.
É necessário perceber nosso corpo existindo e convivendo.
É necessário popularizar a potencialidade que o conhecimento geográfico possui para compreender a espacialidade que somos, criamos e dividimos.
É necessário popularizar o poder transformador que este conhecimento possui.
É necessário popularizar o poder transformador que esta possibilidade de percepção possui.
É necessário não separar o conhecimento dos atos pessoais: a ciência geográfica deve pensar o modo como nos espacializamos. Como eu me espacializo é forma de resistência e de construção de novas coletividades.
É necessário que digamos: minha espacialidade não será esta! Não quero nossa espacialidade assim!
É necessário que nossa geograficidade permita o bem viver, a proximidade, a individualidade, o carinho, o prazer.
Que dividir o mundo seja um prazer. Que nos espacializar juntos seja um prazer.
E que essa seja a geograficidade cotidiana.
A Geografia liberta!
Geografia é amor.

Dennis Zagha Bluwol
Geografia – PUC-SP

QUAL É SUA GEOGRAFIA? - XI EREGEO SUDESTE

Floresta da Tijuca - Rio de Janeiro-RJ
Praia Vermelha - Ao Fundo o Museu de Arte Contemporânea - Niterói-RJ

Este texto traz duas reflexões e esperamos que seja possível socializá-las com todos...
Quando nos é perguntado: qual é a sua historia? Temos uma grande facilidade do que iremos buscar para poder responder a essa pergunta. Mas a questão que aqui viemos colocar é a nossa dificuldade de responder quando nos perguntado: qual é a sua geografia?

Na cidade de hoje, mais especificamente nas grandes metrópoles, uma relação de domínio do movimento do individuo está estabelecida. “Ela”, a todo o momento, nos diz como devemos nos comportar. E para que isso aconteça é necessário criar uma relação que aliena o corpo.
São três os movimentos básicos que dão vida a uma grande cidade: trabalho (a cidade industrial responsável por abrigar a massa trabalhadora), rapidez e aceleração (a velocidade e quantidade em que circulam as informações), consumo (fator que legitima o urbano através das possibilidades mercantis de tudo que envolve as disponibilidades da cidade, que são as mais diversas possíveis).
Estabelecidas essas condições, o urbano se torna responsável pela a produção de certa homogeneidade que podemos chamar de massa. Essa massa, produtora de fluxos que legitimam o urbano, já que viabilizam a circulação da mercadoria enquanto produtores e consumidores. Ambos com grande intensidade. “O movimento das pessoas corresponde à etapa da produção que esta se dando naquele momento. Todos são produtores – o operário, o artista de teatro, o vendedor de supermercado, o intelectual, o motorista de táxi etc., mesmo quem não esta diretamente no processo de produção, já que também consomem.” (Santos, M). Em resumo, temos um lugar que produz as massas ao tempo em que as massas produzem o lugar.
Para podermos entender o movimento homogêneo basta perceber que, de uma forma geral, a massa urbana tem seu deslocamento limitado entre o lugar de trabalho, o lugar da moradia e o lugar do consumo. É nesse triangulo urbano que a cidade se torna apenas o lugar de passagem entre esses três pontos de sociabilidade. A cidade não é vivida. O que não percebemos é que a mesma é usada como espaço de mobilidade mercantil. E usá-la como espaço de mobilidade mercantil é ao mesmo tempo nos comportar como tal: “pessoas mercadorias”. A cidade é o lugar que disciplina o corpo, para que nós, enquanto massa, possamos nos movimentar na lógica da produção.
Para que esse movimento massificado se estabeleça, é preciso, antes de qualquer coisa, que a pessoa não saiba se localizar. Primeiro temos um cotidiano já marcado em seu comportamento, determinado pela lógica da produção. Segundo temos a não vivencia da cidade, o espaço urbano espetacular que apenas é tido como palco de deslocamento. E, por fim, temos o ato de consumir, e este trás consigo a possibilidade de encontrar valores sentimentais em objetos satisfatoriamente comprados, substituindo essências como a coletividade pública pelo privado, individualidade pelo individualismo.
Assim, a massa deve perder ao máximo sua capacidade sensória, impossibilitando um entendimento real da paisagem que a cerca e ao mesmo tempo compõem. Hoje a pessoa da massa nada mais é do que um surdo, cedo e mudo vagando diariamente para o seu trabalho. Para tanto o corpo aqui deve estar estabelecido como algo não pensante, vazio de sentimentos. As pessoas já não mais se enxergam como indivíduos, exatamente por que não podem extrapolar o sentido corpóreo que lhe foi colocado para poderem produzir. O corpo não se relaciona com o a cidade, já que aqui o que importa não é a criar vínculos com a mesma e sim é a formação de mão-de-obra consumidora. A condição de não se relacionar com a cidade, que impossibilita perceber a paisagem, aliena o individuo pelo fato deste não conseguir identificar o território em que esta inserido.
O fenômeno que tentamos tirar do plano da aparência é o de entender o urbano como um lugar que disciplina nosso corpo, determina funções que não percebemos, mas obedecemos. Somo vítimas de uma alienação corporal, determinada por um espaço que nos mesmo produzimos. Essa alienação corporal é resultado de uma produção espacial que já não mais temos clareza. É nesse sentido que o corpo ganha uma disfunção sensorial de percepção do lugar. A dinâmica diária que envolve o individuo não o permite desenvolver certas habilidades essenciais para poder entender o lugar onde vive. A Geografia poderá despertar a clareza na questão existencial do individuo urbano. “Para el moderno la ciudad es un instrumento de dominacion, en el hombre pierde toda posibilidad de ejercer la mas propio de su humanidad que es ser cuerpo social, historico, politico.” (Pfeiffer, Cuerpo y Espacio en el Ethos Ciudadano).
Reflita conosco...
Tarzan
Geografia PUC-SP

“Conhecer o território é conhecer a si mesmo”.
(Armando Corrêa da Silva)

XI Encontro Regional dos Estudantes de Geografia do Sudeste






Desde as primeiras horas da manhã, o blogueiro tem a oportunidade de participar junto com estudantes do IFET Fluminense do XI EREGEO, Encontro Regional de Estudantes de Geografia do Sudeste, que está acontencendo no período de 22 a 25/05/2008, na Universidade Federal Fluminense - UFF, Campus da Praia Vermelha, na cidade de Niterói-RJ.

O evento conta com a participação de várias universidades e CEFET, como por exemplo, USP, UFF, UFRJ, PUC-SP, UFMG, Unicamp e outras.

Um evento que busca no primeiro momento, propocionar aos presentes, a oportunidade de conhecimento de novas pessoas, interação e a possibilidade de trocar experiências daquilo que vivemos em nosso cotidiano, buscando uma forma de organização na busca dos nossos interesses: uma educação pública, gratuita e de qualidade.

O tema escolhido para o XI EREGEO foi "Um olhar geográfico através dos movimentos sociais", sendo este focado em quatro eixos principais: Educação, Meio Ambiente, Cidade e Campo, como forma de melhor enterdemos o mundo que vive e pulsa para além da Geografia.

Uma oportunidade ímpar de discutir experiências e estudos que se voltem para a realidade vivida de cada eixo e como podemos aprender e colaborar para a tão almejada construção de um outro mundo.

Além das atividades no campus da Praia Vermelha, acontecerão trabalhos de campos na cidade do Rio de Janeiro (Centro, Copacabana, Floresta da Tijuca, Baía da Guanabara e algumas comunidades carentes), assim também como na cidade de Cabo Frio (campo de geomorfologia).

Para maiores informações, acesse o site do XI EREGEO, clicando aqui

JUVENTUDE PETISTA ESTARÁ REALIZANDO SEU PRIMEIRO CONGRESSO


Será realizado de 22 a 25 de maio, no Minas Tênis Clube, em Brasília, o 1 Congresso da Juventude do PT. O evento contará já com a presença confirmada de petistas de todo o país, que começaram a chegar a Brasília amanhã. Dentro da programação existem mesas de debates sobre Conjuntura e Funcionamento do partido; O Brasil que queremos e várias atividades culturais.

Segundo Bruno Elias, 1 Vice Presidente da UNE: "o I Congresso da juventude do PT será um espaço privilegiado de debate e reflexão sobre a intervenção dos jovens petistas nos movimentos sociais, dentre os quais o movimento estudantil universitário (ME). Com o mesmo afinco que queremos uma juventude petista enraizada na classe trabalhadora, organizada para além do ME, reconhecemos que na organização da luta dos estudantes o PT deu grande contribuição a este que é um dos mais organizados movimentos juvenis do país".

Para Marcel Cardoso, Diretor de Políticas Institucionais da UEE – RJ: "o Congresso será de grande valia porque trará para dentro do partido uma organização da juventude petista, aprimorada nas entidades de movimentos estudantis e sociais. "Inúmeros militantes que lutaram contra a ditadura ajudaram a fundar o PT e a reconstruir a UNE. Agora, traremos para dentro do partido, toda a nossa bagagem adquirida em entidades como a propria UNE, que teve um processo de democratização, com a implantação da proporcionalidade na composição de sua diretoria, a luta pela realização periódica dos fóruns da UNE como o CONEB e o impulso dado a iniciativas como os Encontros de Mulheres, Negros/as e Cotistas e a criação da Diretoria GLBT, feito por petistas".
O I Congresso da Juventude do PT é uma boa oportunidade para o conjunto dos militantes estudantis do PT debaterem os atuais desafios do movimento estudantil.

“A hora é de sentar e conversar” - Entrevista com o Prof. Luciano D’Ângelo no Jornal Folha da Manhã|

Foto: Silêsio Corrêa

Quem já o viu disputando eleição, sabe que poucos quadros de Campos vibram com a política de maneira tão intensa. Articulador mais experiente do PT local, do qual garante nunca ter se afastado, o professor Luciano D’Ângelo descarta seu nome como opção numa chapa unida com o PSDB, para o pleito de outubro, mas defende o nome dos petistas Makhoul Moussallem e Roberto Moraes. Definidos os nomes tucanos, o critério de escolha pode não ser simples, mas é o único que ele diz funcionar na política: sentar e conversar. Dada a exigüidade do tempo até as convenções de junho, acha que já passou da hora disso acontecer de maneira formal. Na formação da frente, quer também partidos como o PC do B, PPS, PHS, PV, e até quem simpatiza ou já simpatizou com Garotinho.


Folha — Como vê a possibilidade de aliança do seu partido com o PSDB, visando a eleição de outubro, acenada e endossada numa série de entrevistas da Folha?


Luciano D’Ângelo — O município vive uma grande crise política e o PT foi envolvido nela. Internamente o PT também não conseguiu se organizar, já vem há anos tendo dificuldades em eleger vereadores, deputados, se tornar um partido grande na cidade. Mas o que quero acentuar aqui é que, hoje, nós temos que cuidar aqui deste município. O caráter dessa eleição, diferente das anteriores, está pautado exclusivamente na luta municipal. Esse é o foco principal. É o contrário de 2004, quando se buscava combater um oponente de Lula, o Garotinho. Agora, eu diria que Lula é que precisa ajudar este município. A direção nacional é que tem que se movimentar para ajudar a construir, aqui, aquilo que eu considero que seja a melhor alternativa. Que pense no novo para a cidade, uma situação nova. Que possa afastar aquilo que não deu certo. Seja o governo do Mocaiber, seja o governo do Arnaldo e muito menos o governo Garotinho. Quer dizer, é preciso criar uma situação nova em relação a esses fatos. Como fazer isso, eu diria que não é uma aliança exclusiva de PSDB e PT, não.


Folha — De mais quem?


Luciano — Eu diria que seriam os dois atores mais importantes, mas incorporando o PHS, um partido que está aí buscando uma alternativa nova; o PC do B, que vem sempre compondo e é um partido muito centralizado em suas decisões; o PPS, o PV. Esse teria que ser o movimento. Folha — Makhoul não já manteve contato com esses partidos? Luciano — É possível até que o dr. Makhoul tenha promovido essas conversas, mas não sabemos os resultados delas. Eu quero que de fato elas aconteçam, que vão à frente. Eu não sei se o PSDB está tendo essas conversas. Aí eu quero formular uma proposta. Na verdade, diria que cabe ao PT e ao PSDB apresentar seus nomes. O PT tem dois...


Folha — Que são?


Luciano — Eu diria que dr. Makhoul se credencia pelos movimentos eleitorais que fez e acho que o professor Roberto Moraes é um gestor, já foi deputado, teve votos.


Folha — Foi deputado?


Luciano — Foi candidato a deputado (estadual), teve votos, teve 12 mil votos quando foi candidato a deputado. Folha — Em Campos, teve 9.700 votos (em 2002). Luciano — Em Campos, mas teve 12 mil votos no Estado. Folha — E, em todo o Estado, perdeu para o outro petista local candidato à Alerj, Antônio Carlos Rangel, que só em Campos fez mais 13 mil. Luciano — Então, no momento em que duas lideranças muito próximas, muito semelhantes, podiam, se unidas, ter feito uma votação mais importante. Mas o Roberto, além disso, foi um gestor consagrado e nós estamos precisando muito de um gestor. Se você me perguntar se o Alexandre Mocaiber foi bem politicamente, eu diria até que foi. E isso não foi bom para a cidade. E acho até as lideranças têm feito muitos movimentos no sentido de se construir um forte movimento partidário eleitoral e têm se desleixado da gestão. Eu digo que com os recursos que essa cidade tem, nós temos uma gestão desastrosa. Não adianta você ganhar a eleição e gestar mal no dia seguinte. Às vezes eu brinco com meus companheiros do PT, não adianta ter hegemonia para depois perder a eleição, não eleger nem vereador.


Folha — Mas, primeiro, sem ter a maioria de um partido e, depois, sem a aliança entre partidos, você também não ganha eleição.


Luciano — Certamente. Mas é muito mais grave você ganhar a eleição e ser mal sucedido do que perder eleição. Para a nossa cidade é muito mais grave. Então eu diria que o PT tem esses dois nomes, são bons nomes. O PSDB apresenta nomes novos, o que é uma coisa interessante.


Folha — Mas como definir entre os nomes do PT e do PSDB?


Luciano — Apesar do tempo ser curto, eu não quero que a pressa acabe impedindo que você faça uma construção mais articulada.


Folha — No seu entender, qual seria a melhor hora de decidir?


Luciano — À frente, à frente...


Folha — Qual o critério?


Luciano — O critério político de conversa. É sentar e conversar. Se as partes entenderem que cada uma tem o melhor candidato, certamente essa ponte não vai se construir.


Folha — Por isso pergunto, na sua opinião, qual seria o critério.


Luciano — O critério de conversação, de entendimento...


Folha — Quem tem contato com os bastidores da política, sabe que você já conversou dentro do próprio PT e também no PSDB, com Feijó, tentando viabilizar o nome de Roberto Moraes...


Luciano — Não... Eu já conversei com Gel Coutinho, se você não sabe. Folha — Embora o próprio Gel tenha me dito, o que eu sei ou deixo de saber é menos importante que o fato de já ter havido conversas várias e, até agora, nenhum encontro formal entre os dois partidos. Luciano — É preciso haver, é preciso haver...


Folha — Por que não houve ainda? Como você disse, o tempo é curto.


Luciano — É uma boa pergunta, e quem tem que responder são os dirigentes partidários, porque até então não fizeram isso. E, se estão fazendo, fazem de forma muito acanhada. Mesmo que eu hoje não seja dirigente do PT, estou fazendo esse exercício. E as pessoas têm que fazer também. Há de chegar uma hora que as pessoas vão ter que sentar e resolver. E elas serão responsabilizadas, os dirigentes, quem têm poder para fazer indicação do partido. Se sair cada um com sua candidatura própria, estarão cometendo um erro e eu os responsabilizarei por não terem tido habilidade, insistência política para construir a frente. Eu diria que o município está a cobrar isso com muita veemência dos políticos, como eu vou cobrar dos dirigentes do meu partido, não tenha dúvidas.


Folha — Entre os dois nomes que você apresentou do PT, Makhoul e Moraes, sua preferência é pelo segundo?


Luciano — Não, eu não defendo um nome... Eu apenas coloquei dois nomes... Eu considero dentro do conjunto das pessoas que eu converso, alguém que tem o perfil melhor, mas absolutamente não imponho esse nome se a frente estiver construída... Quem tem que escolher um nome é a frente e não eu... Dentro dessa frente, acho que o PT tem dois nomes, e eu carrego os dois. Qualquer dos nomes e do terceiro nome, se o PT escolher um terceiro nome.


Folha — Você não seria um nome?


Luciano — Meu nome não é o caso. Não sou candidato a nada. Não há essa possibilidade. Todos sabem disso. O dr. Makhoul já sabe disso. As pessoas do PSDB que conversei já sabem disso. Qualquer sondagem a respeito do meu nome foi abortada com total falta de cerimônia. Mas quero registrar que o PT hoje tem muitos nomes, mas dois estão evidenciados para mim, enquanto militante. Acho que devem levar esses dois nomes à mesa de negociação. Eu acho que neste momento do município, nós precisamos fazer isso, não só PT e PSDB, mas todos os partidos que buscam uma alternativa para Campos.


Folha — Mesmo com um candidato do PSDB na cabeça de chapa?


Luciano — Mesmo que tenha. Folha — E esse “fogo amigo” que, volta e meia, abrem contra você e o Moraes, de distanciamento da vida interna do PT?


Luciano — Conversa, conversa. Eu participo de tudo.


Folha — Conversa flácida para bovino cochilar, como disse o Roberto Henriques?


Luciano — Essa é uma visão muito tacanha da visão política. Eu contribuí muito mais para as legendas do partido, para deputado federal no Estado, do que o conjunto dos militantes que vivem em reunião. O fato deles estarem sempre presentes nas reuniões, elegendo executiva e diretório, não permitiu a eles eleger nem vereador. Mas também não quero trazer isso à pauta agora, porque não ajuda na construção da frente.


Folha — E ajuda a lembrança de que quem controla a executiva e o diretório do PT participou do governo Mocaiber, como você e Moraes fazem?


Luciano — Nem tanto, não temos atacado tanto não.


Folha — Como não, se numa entrevista na UniTV o Roberto se lançou candidato e afirmou que Makhoul, por ter participado do governo Mocaiber, não tem condição de ser?


Luciano — Eu já discuti isso com Makhoul. Na última reunião, a gente conversou isso. Eu não estou discutindo a boa fé ou a má fé de quem fez isso, até porque acho que meus companheiros do PT são gente séria. Mas eu não concordei com esse movimento, até porque acho que não elegeria vereadores do PT. Tanto é que não elegeu. Cadê?


Folha — Nem poderia haver, pois ninguém em juízo político perfeito faria o acordo se contasse com 11 de março, não?


Luciano — Quando eu fiz essa crítica, não tinha esse cenário. A minha crítica é anterior, porque se pegar a Folha, vai ver lá em um momento anterior: o secretário de Sáude, Rodrigo Quitete, dizia que era candidato para onde o prefeito mandasse. Não é o militante que eu espero que a gente eleja vereador. Nós estamos há oito anos sem vereador e vamos eleger alguém que diz que será candidato onde o prefeito, que não é do PT, mandar? Isso não é uma explicação séria. Folha — Um dos que também cobraram explicações dentro do PT, o Fábio Siqueira, fez um raciocínio interessante, em outra entrevista da Folha, dizendo que somados os votos do PT e PSDB, em 2004, um candidato de ambos chegaria ao segundo turno em 2008. Luciano — Eu não sei se esse somatório funciona politicamente assim...


Folha — Talvez não, mas é uma leitura lógica. Luciano


— E necessária, de modo que estou aqui para construir a frente. Pode até não ser com nenhum desses nomes que eu trouxe aqui. Eu acho que esse é o exercício de flexibilidade, que nós teremos que ter. Eu espero que a sociedade compreenda que o Garotinho é o responsável por essa crise. Tudo começou com ele, que não conseguiu capitalizar essa crise.


Folha — Por que?


Luciano — Eu não sei nem por que, talvez porque ele seja responsável pela gestão dos quadros políticos que no meio da crise. Se você olhar bem a história desse grupo, ele é o mesmo, que se dividiu em dois. E se não fosse o golpe que sofreu Mocaiber, em 11 de março, se dividiria em três. Enxergar isso não me faz ser portador de um antigarotismo doentio, porque eu espero que essa frente consiga atrair setores que até simpatizam ou simpatizaram com ele, em algum momento, e estão aí indefinidos. Esse é o papel dessa frente.



UJS Campos convoca 3º Congresso Municipal


Está definida a data do 3º Congresso Municipal da UJS Campos. O encontro será realizado no dia 1º de junho, a partir das 14h, no Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento Básico (Sindicato da CEDAE), na Rua Marechal Floriano, 147, próximo ao Appaloosa Beer.
Segundo o presidente municipal da UJS, André Lacerda, o congresso será um espaço para a juventude campista expor suas idéias e debater propostas. "Iremos discutir conjuntura política e reafirmar as lutas da juventude pelo respeito ao passe-livre, pela meia-entrada e pelo primeiro emprego", disse.A programação do Congresso inclui uma mesa de abertura com a participação de lideranças estudantis e dirigentes da UJS.

Logo após será debatida a tese "Se o presente é de luta, o futuro nos pertence" e aprovada as resoluções para o próximo biênio da UJS Campos. Em seguida será eleita a nova direção municipal da UJS e os delegados para o 9º Congresso Estadual.

No final do encontro haverá confraternização entre os participantes com atividade cultural. "Estamos preparando uma festa bacana no final para comemorar e encerrar o congresso com muita animação. Afinal somos todos jovens!", concluiu André.Qualquer pessoa pode participar do 3º Congresso Municipal da UJS Campos.

A entrada é franca e haverá certificado com seis horas para os participantes. As inscrições poderão ser feitas na hora ou previamente pelo site. No Congresso, somente os delegados têm direito à voto.

Serão delegados todos os filiados da UJS em Campos até o dia 31 de maio. Aqueles que se filiaram antes de 2008 deverão preencher a ficha de recadastramento.

A entrega dos crachás de votação aos delegados será feita no dia do Congresso antes da mesa de abertura.

Para se filiar ou recadastrar, clique aqui.
Congresso Estadual - De 6 à 8 de junho será realizado na UFRJ, no Rio de Janeiro, o 9º Congresso Estadual da UJS-RJ. Haverá ônibus saindo de Campos no dia 06 de junho às 12h do Posto Arara Azul. Terão prioridade os eleitos delegados para o Congresso Estadual, os participantes do Congresso Municipal, membros de entidades estudantis, filiados à UJS e público em geral. A princípio, os interessados devem enviar e-mail para
ujs@ujscampos.org.

Sem humor a vida fica muito sem graça: Nóis na Fita :)


'De quem é a Amazônia, afinal', pergunta 'NY Times' 18/05/08 ofensiva ideológica do império contra o Brasil,o Brasil tem que se armar.





Uma reportagem publicada neste domingo no jornal americano The New York Times afirma que a sugestão feita por líderes globais de que a Amazônia não é patrimônio exclusivo de nenhum país está causando preocupação no Brasil.No texto intitulado "De quem é esta floresta amazônica, afinal?", assinado pelo correspondente do jornal no Rio de Janeiro Alexei Barrionuevo, o jornal diz que "um coro de líderes internacionais está declarando mais abertamente a Amazônia como parte de um patrimônio muito maior do que apenas das nações que dividem o seu território".

O jornal cita o ex-vice-presidente americano Al Gore, que em 1989 disse que "ao contrário do que os brasileiros acreditam, a Amazônia não é propriedade deles, ela pertence a todos nós"."Esses comentários não são bem-aceitos aqui (no Brasil)", diz o jornal. "Aliás, eles reacenderam velhas atitudes de protecionismo territorial e observação de invasores estrangeiros escondidos." O jornal afirma que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta aprovar uma lei para restringir o acesso à floresta amazônica, impondo um regime de licenças tanto para estrangeiros como para brasileiros."Mas muitos especialistas em Amazônia dizem que as restrições propostas entram em conflito com os próprios esforços (do presidente Lula) de dar ao Brasil uma voz maior nas negociações sobre mudanças climáticas globais – um reconhecimento implícito de que a Amazônia é crítica para o mundo como um todo", afirma a reportagem.O jornal diz que "visto em um contexto global, as restrições refletem um debate maior sobre direitos de soberania contra o patrimônio da humanidade"."Também existe uma briga sobre quem tem o direito de dar acesso a cientistas internacionais e ambientalistas que querem proteger essas áreas, e para companhias que querem explorá-las.""É uma briga que deve apenas se tornar mais complicada nos próximos anos, à luz de duas tendências conflituosas: uma demanda crescente por recursos energéticos e uma preocupação crescente com mudanças climáticas e poluição."

Petróleo fecha em recorde de US$ 129 com preocupação sobre oferta

A cotação do barril de petróleo em Nova York encerrou a sessão desta terça-feira em nível recorde, acima dos US$ 129, barreira superada pela primeira vez hoje. O preço foi pressionado pela desvalorização do dólar, que continua na raiz da alta do preço da commodity, e o temor acerca do descompasso entre oferta e demanda.
O barril para entrega em junho (cujos contratos expiraram hoje, um dos motivos que pressionaram a alta) terminou cotado a US$ 129,07, alta de US$ 2, na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York) --o valor máximo atingido hoje, durante o pregão, foi de horário foi US$ 129,60.O barril para entrega em julho (próximo contrato de referência) encerrou cotado a US$ 128,98, alta de US$ 2,18.
O petróleo Brent, referencial na Europa, também bateu hoje um novo recorde no mercado de futuros de Londres, ao atingir US$ 128,07 por barril, valor US$ 3,01 mais caro que no fechamento de segunda-feira, mas encerrou na casa dos US$ 127.

Senado libera a venda de bebidas alcoólicas em rodovias brasileiras

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira a MP (medida provisória) que libera o comércio de bebidas alcoólicas em todas as rodovias urbanas e rurais. O texto aprovado pelos senadores é mais flexível do que o que foi enviado pela Câmara. A mudança, segundo aliados do governo, foi provocada pela evolução das discussões. Mas eles asseguram que está mantido o rigor sobre o motorista que for flagrado bêbado.
"O foco da lei tem de ser o motorista. A proposta inicial era bem intencionada, mas provocou conflitos e embaraços. É um processo que deve ser submetido a uma série de outras medidas", afirmou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).
Pela proposta aprovada, os comerciantes estão livres para comercializarem bebidas alcoólicas. No texto anterior que foi enviado pela Câmara, a venda era autorizada apenas nas áreas próximas às rodovias urbanas. Segundo Jucá, a mudança foi provocada porque se percebeu que a ordem anterior penalizava os comerciantes e não os motoristas.
Na ocasião, o comerciante desobediente poderia ser obrigado a pagar multa de até R$ 1,5 mil. Em caso de reincidência, o valor da multa poderia ser cobrado em dobro. A ordem estabelecida pela MP gerou uma série de críticas e o ministro Tarso Genro (Justiça) admitiu que o texto sofreria mudanças ou como ele chamou ajustes.
O relator da medida no Senado, senador Francisco Dornelles (PP-RJ), manteve o rigor da punição aos motoristas flagrados alcoolizados.
A MP considera alcoólica a bebida que contenha concentração igual ou acima de meio grau Gay-Lussac (0,5º GL). Cervejas contêm acima de 3º GL, enquanto uma cachaça pode chegar a 54º GL. Algumas bebidas expressam essas unidades alcoólicas em porcentagens, mas elas são equivalentes.

CURSO DE EXTENSÃO EM LÍNGUA ESPANHOLA


Encontram-se abertas as inscrições abertas para o curso de extensão em língua espanhola, dentro do Programa de Formação Inicial e Continuada do Trabalho, na modalidade de Qualificação Básica, desenvolvido pela Diretoria de Trabalho e Extensão do CEFET Campos, sob o comando da competente Carla Patrão.

Os requisitos para participar do processo seletivo são:
- Nível de escolaridade: 9° ano (antiga 8ª série) do Ensino Fundamental completo.
- Idade mínima: 16 anosInscrições: 27 e 28 de maio de 2008, de 9h às 19h
- Local: CEFET Campos - Diretoria de Trabalho e Extensão - DITEx - Bloco D
- Início das aulas - 3 de junho de 2008

Documentação necessária para as inscrições:

- 1 foto 3x4
- xerox da carteira de identidade e do CPF
- comprovante de escolaridade

Leia o Edital aqui, ou maiores informações através do telefone (22) 27262805.

Botafogo vence o Corinthians por 2 a 1, de virada


Com um gol de Jorge Henrique aos 43 minutos do segundo tempo, o Botafogo conseguiu uma vitória por 2 a 1, de virada, sobre o Corinthians e agora leva a decisão da vaga para a final da Copa do Brasil para a partida de volta, no Morumbi. Carlos Alberto marcou primeiro para os paulistas, Lúcio Flávio, no começo da segunda etapa. deixou tudo igual. E ficou para o camisa 7 alvinegro definir o placar no Engenhão.A primeira partida da semifinal envolvendo Botafogo e Corinthians não deixou a desejar em emoção. O jogo no Engenhão começou movimentado. Wellington Paulista, aos 6 e 7 minutos, desperdiçou duas ótimas oportunidades de abrir o marcador, sendo uma cara a cara com o goleiro Felipe, que jogou para escanteio.
O Corinthians mostrava que queria jogo e por duas vezes chegou em cruzamentos de Carlos Alberto. Mas, aos 23 minutos, saiu o gol dos paulistas. Herrera fez boa jogada pela esquerda do ataque e achou Carlos Alberto livre, entrando na grande área. O jogador só teve o trabalho de bater no lado direito de Renan, que nada pode fazer.
O Timão gostou do jogo e quase ampliou aos 29 minutos. André Santos fez jogada pela esquerda e cruzou. Diogo Rincón subiu mais alto e cabeceou no travessão de Renan.
Wellington Paulista se mostrava irritado em campo, e chegou a receber cartão amarelo após reclamar de uma marcação de falta.
Aos 46 minutos, Felipe evitou o empate. Jorge Henrique cruzou, Alessandro se antecipou e emendou pro gol. Felipe chegou na bola e conseguiu mandar para escanteio.
Na volta do intervalo, o Botafogo voltou com Fábio no lugar de Zé Carlos, e a mudança surtiu efeito. Com menos de um minuto o atacante recebeu falta, que Lúcio Flávio cobrou com bastante perigo.
Aos 8 minutos o Botafogo conseguiu o empate. Jorge Henrique recebeu passe de Eduardoe já na grande área disputou a bola com Carlos Alberto. O juíz Leonardo Gaciba marcou pênalti, que Lúcio Flávio cobrou no meio do gol e deixou o placar em igualdade.
O jogo ficou mais truncado, sem muitas chances de gol. Aos 18, Fábio carimbou na zaga a sequência da jogada armanda por Jorge Henrique. Oito minutos depois, Herrera deu uma de zagueiro botafoguense. Renan saiu mal e o atacante corintiano, de cabeça, afastou a bola da área do Glorioso.
A partida se tornava nervosa. Lúcio Flávio recebeu atendimento após deixar o campo com um sangramento na altura do supercílio esquerdo. Wellingon Paulista, mesmo substituído, chegou a discutir com jogadores paulista do banco.
Quando o confronto se caminhava para o fim, Jorge Henrique conseguiu o gol da vitória. Alessandro cruzou da direita, Fábio Ferreira cabeceou para o meio da área e o atacante mandou para o fundo do gol.

SCHLUMBERGER - Processo seletivo para alunos e egressos (ex-alunos) do CEFET Campos


Técnicos em: AUTOMAÇÃO (INSTRUMENTAÇÃO) INDUSTRIAL, MANUTENÇÃO INDUSTRIAL, MECÂNICA, ELETRÔNICA, ELETROMECÂNICA, ELETROTÉCNICA, QUÍMICA.
Tecnólogos em:AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, MANUTENÇÃO INDUSTRIAL, SISTEMAS ELÉTRICOS, PETRÓLEO E GÁS.

Perfil solicitado:

- Homens e mulheres até 30 anos de idade
- Para candidatos a EMPREGO: curso Técnico ou Tecnólogo concluído nos últimos 3 anos
- Para candidatos a ESTÁGIO: cursando o Módulo IV (Técnico) e 6° Período (Tecnólogo)
- previsão de término de curso para o 1° semestre de 2008.
- Ter conhecimento de INGLÊS, preferencialmente AVANÇADO
- Ter dinamismo e pro-atividade

Inscrições na Diretoria de Trabalho e Extensão do CEFET Campos, Rua Dr. Siqueira, 273, Parque Dom Bosco, Campos dos Goytacazes, CEP 28030-130.

Maiores informações através do telefone: (22) 27262805

Programação da IV Semana de História do CEFET Campos (IFET Fluminense)


Clique na imagem para ampliar!

IV Semana de História do CEFET Campos (IFET Fluminense)


Será realizada no CEFET Campos, a IV Semana de História, dos dias 2 a 5 de junho. A programação consta de temas como: Política externa brasileira, Geopolítica para América Latina, Experiências democráticas no Brasil, Abolicionismo e outros temas.
Vale a pena participar. Maiores informações no site http://www.cefetcampos.br/ ou Clique aqui para acessar a programação do evento

Frejat - Amor pra Recomeçar

Olhar Crítico sobre o Legislativo Municipal: A Real Função do Vereador

Um pouco além da Terceira Via, precisamos também renovar o quadro atual dos vereadores do Município de Campos dos Goytacazes.
O que temos hoje, é a submissão ou subserviência ao Poder Executivo, salvo alguns casos, este alguns tem alguma fundação, ONG , associação, bancada pelos recursos do município, sendo de alguma forma dependente do Executivo, não tem tendo moral para cumprir seu real papel de fiscalizador das contas e ações do Legislativo.
O momento é mais que oportuno também para a apresentação de novos nomes para compor um bom quadro de legisladores, hora de findar o ciclo daqueles que não souberam valor a representativida popular.
Segundo a Lei Orgânica Municipal e a própria Constituição Federal, o VEREADOR é membro do Poder Legislativo, eleito pelo povo, que tem como funções: legislar, ou seja, criar leis que tornem a sociedade mais justa e humana; a fiscalização financeira; e manter o controle externo do Poder Executivo Municipal, principalmente quanto à execução orçamentária ao julgamento das contas apresentadas pelo prefeito.
Não mais podemos ter como representantes "despachantes de luxo", exercendo funções das mais variadas possíveis, na grande maioria das vezes por culpa do próprio político que, explorando as dificuldades e miséria da população, preferia obter o voto fácil em troca de favores dos mais diversos.
Com os novos tempos, os cidadãos já sabem que não é a função do vereador asfaltar ou calçar uma rua, cabendo ao vereador indicar e fiscalizar a execução de determinada obra ou projeto desenvolvido pelo Legislativo.
É seu direito e dever cobrar do vereador uma atitude de modo a apresentar proposições e sugerir medidas que visem o interesse coletivo, a usar a palavra de autoridade constituída em defesa do município e de seus habitantes, Participe,
O papel e a função do vereador são as mais importantes na pirâmide da democracia. É o vereador quem, verdadeiramente consolida a democracia. Ele vivencia a democracia no contato direto com eleitor. Quando esta relação entra num mercado de compra e venda esta pirâmide não se sustenta.
Nenhum outro representante tem uma legitimidade tão verdadeira e intensa quanto o vereador. Não se deve enxergar a importância exata da função do Vereador e sua atuação pelo número de sessões legislativas semanais.
Esta não é a única função do Vereador. Todas as funções exercidas pelos Vereadores são nobres e importantes, porque todas elas requerem um contato direto do representante com o representado.
Como as eleições municipais estão levando os candidatos a se preocuparem como conseguir dinheiro suficiente para a compra dos votos, os grandes temas municipais deixam de ser levantados e debatidos.
Mas se os candidatos não podem perder a energia que deve ser consumida na compra de votos, pelo menos, a opinião pública não pode deixar de conhecer, analisar e debater os grandes temas oriundos da temática do desenvolvimento urbano.
As eleições municipais, lamentavelmente deixam de ser o melhor momento de discutir serviços urbanos oferecidos, sua melhoria, gerencia e a presença do governo municipal nas políticas publica de saúde, educação, segurança, transporte, transito, tributos municipais, os projetos de revitalização e recuperação dos espaços urbanos, revitalização e benefícios fiscais para atração de novos negócios e as indispensáveis intervenções urbanas capazes de gerar redes de novos negócios.
Enfim, tudo isso perde sua importância. Ganha espaço, nos redutos eleitorais e comitês e uma bem montada estrutura de agenciamento para localização e uma tesouraria para compra e venda de votos.
A Câmara Municipal de Campos merece algo melhor.
Segue o debate, o blog se torna uma caminho para discussão de idéias, sugestões de temas e nomes para a chamada composição da nominata mais viável para o Município!
A mudança pede passagem!

Contribuição para o debate da Terceira Via

O que queremos de um bom governo municipal
"O perfil dos vereadores eleitos em 2004 identifica que 36% deles são pessoas despreparadas, com baixa escolaridade, sem nenhuma experiência anterior com cargos eletivos. Este é um bom sinal da democratização do acesso às candidaturas, mas por outro lado, é preocupante que pessoas tão pouco preparadas assumam cargos públicos com a relevância dos que estão em questão nestas eleições”.

“A melhoria da qualidade de vida nas cidades, a democratização da gestão pública, a transparência nas informações, as estratégias de descentralização e participação cidadã nas decisões que afetam a vida de todos, o controle social, tudo isso é um patrimônio democrático conquistado a duras penas, e seu aproveitamento vai depender em grande parte, destes novos eleitos. Lamentavelmente é muito precário o registro destas iniciativas inovadoras e muitas delas são pouco conhecidas”.

“A formulação de novas formas, de gestão pública, que se orientaram para a redução das desigualdades sociais, o combate à pobreza e a inclusão de setores sociais marginalizados. Era a então chamada “política de inversão de prioridades”.

“As campanhas eleitorais precisam ganhar qualidade, debater políticas, mobilizar a cidadania para que ela venha a avaliar e escolher alternativas para vivermos em cidades mais acolhedoras e solidárias. O momento das eleições é privilegiado para levantarmos estes temas.”

Trechos do artigo de Silvio Caccia Bava, disponível no Jornal Le Monde Diplomatique Brasil, ano 01, número 10, maio 2008.

Pensamento do dia ou melhor, do Blog

Os resultados são obtidos pelo aproveitamento das oportunidades e não pela solução de problemas.
Os recursos precisam ser destinados às oportunidades e não aos problemas.
Peter Drucker

O que os leitores pensam sobre a Terceira Via

"Eu também acredito numa Terceira Via. Estou certo que isto é o melhor para Campos e para o nosso povo, Parabéns amigo"
Antônio Malvadeza
"Oi Sepé,Não só acredito, mas penso que a terceira via é a nossa única chance de tirármos nossa cidade das mãos desses assaltantes do dinheiro público e da nossa motivação em viver aqui e criar nossos filhos sem perspectivas.
Precisamos de pessoas sérias e comprometidas com o bem comum.
É muito bom saber que existem pessoas como você, que se indignam e lutam.
Parabéns!"
Márcia Mchrysostómo.
"Pode parecer muito bonito falar em terceira via, é até bom que os campistas que querem realmente algo melhor busquem uma alternativa diferente para Campos. Mas não podemos nos pautar apenas no irreal no platônico, por isso devemos colocar as idéias em pratica, dai começa o problema, qual partido de Campos poderia lançar essa 3º via?
A maioria das respostas apontam falsamente para o PT e o PSDB, particularmente adoraria que o PT pudesse lançar essa terceira via, alguém como Roberto Moraes por exemplo, mas isso não é possível, a majoritaria do PT já deixou claro que o candidato do PT é Mackoul, o mesmo Mackoul foi um dos maiores responsáveis para jogar o PT na lama do desgoverno Mocaiber e sabemos que o que Mackoul quer é em um eventual segundo turno de Roberto Henriques contra Arnaldo (ou seu candidato) apoiar Arnaldo.
Ele quer se lançar candidato apenas para disputar o eleitorado de RH.
O PSDB não preciso dizer muito, a bancada do partido na câmara deu sustentação para toda corrupção de Mocaiber, diz que saiu do governo mas não saiu da FME, esta demonstrando o mesmo objetivo do PT, se dizer 3º via para pegar votos de RH no 1º turno e vender seu apoio a Arnaldo no 2º turno. Infelizmente não vejo possibilidade de uma real 3º via, até porque não teria capacidade eleitoral para chegar ao 2º turno.Não quero parecer pessimista, estou apenas fazendo uma leitura da realidade."
Ralf Manhães

"Com certeza Sepé, temos q acreditar sim numa terceira via...pq senão vamos ficar sem caminho.Precisamos de governantes serios e comprometidos com a melhora da nossa cidade e do nosso povo"
Thaís

Porque acreditar numa Terceira Via


Eu acredito numa Terceira Via para as eleições para o Cargo de Prefeito do Município de Campos dos Goytacazes, porque sou um homem que faz parte de um grupo de pessoas, homens de caráter e valores que a bastante tempo sinalizaram que o atual modelo de gestão está ultrapassado, que não concorda com a atual forma de gerenciar os recursos do município, onde os desmandos são cada vez descobertos.
Somos cidadãos desta cidade, que juntos, acreditam na capacidade de traçar um modelo de gestão participativa, onde exista planejamento de ações, não políticas assistencialistas ou populistas, práticas condenadas, hoje totalmente fora de sintonia com a realidade do município.
Pensarmos numa Campos dos Goytacazes para todos, com projetos educacionais, esportivos e culturais, com saneamento básico, geração de emprego e renda, com o diálogo com as organizações sérias desta cidade.
Campos merece muito mais.
Temos homens e mulheres trabalhadoras, estudantes,que não aceitam o nome da cidade sempre associado a corrupção, desmandos e operações policiais a cada novo amanhecer.
Queremos ser participantes das discussões das novas partilhas do bolo dos royalties do petróleo, pois o que se percebe hoje é a ausência dos representantes de Campos nos Fóruns onde o tema está sendo debatido. Acho que acreditam que eternidade dos recursos, ou tanto faz tanto fez, pois enquanto os outros discutem, eles gastam o que recebemos.
Não se busca aqui fazer uma critica pessoal a fulano ou beltrano, acreditamos que todos são bonzinhos, com seu espaço garantido nos céus, visto o fervor que proclamam o nome de Deus em suas falas.
Estes salvadores da Pátria que agora aparecem, são aqueles que estavam até algumas 24 horas atrás, levando seus pires para conseguir verba para tocar o projeto da instituição/cooperativa que representavam, é possível até encontrá-los em fotos com o moço do jaleco branco em cerimônias oficiais, como disse um blogueiro na rede: "
Cospem no prato que os alimentou e ainda alimentam”.
Seria uma boa oportunidade fazer uma auditoria nas concessões do FUNDECAM, ver a quanta andam a quitação dos seus empréstimos, pois segundo informações extra-oficiais, o calote anda a comendo solto. E muitos dos empreendimentos não geraram os empregos previstos ou se quer existiram, sem falar da aplicação dos recursos em projetos de outros municípios.

Este é o momento do debate, da briga no campos das idéias, da construção de um novo caminho, pois o que tivemos até o momento foram sucessões de de erros e projetos pessoais inaplicáveis.

Do Blog do Roberto Moraes: Concurso Público para 76 vagas no Cefet

O Cefet abriu hoje as inscrições para o preenchimento de 76 vagas para cargos nas suas unidades sede, Uned Guarus e Uned Lagos, em Cabo Frio. As inscrições podem ser feitas de hoje até o dia 30 de maio no valor de R$ 41,00 para docentes, 37,00 para os cargos denível superior e de R$ 31,00 de técino admistrativos. A prova está marcada pra o dia 15 de junho.
Há vagas para a área administrativa e para o quadro de professores. Para a área administrativa está prevista apenas a prova escrita e para a área docente haverá a inda a prova de títulos e desempenho didático. São 36 vagas para professores e 40 para técnico-adminstrativo de nível médio e superior. Clique aqui e tenha acesso a mais detalhes sobre o edital.

Botafogo vence o Sport no Engenhão

"Tua estrela solitária te conduz"

Mesmo com o Estádio do Engenhão praticamente vazio, o Botafogo encontrou motivação para derrotar o Sport, por 2 a 0, neste domingo, em jogo válido pela primeira rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. A partida chegou a ser interrompida por 20 minutos por conta de um apagão no estádio no segundo tempo.
Na próxima rodada, o Botafogo tenta manter a boa fase no torneio nacional contra o Cruzeiro, no Estádio do Mineirão. Já o Sport busca a reabilitação frente ao Vitória, em casa.
O jogo serviu como uma preparação para os confrontos pelas quartas-de-final da Copa do Brasil, no meio de semana. Após empatar sem gols no Mineirão, o Botafogo tenta vencer o Atlético-MG, no próprio Engenhão. Já o Sport precisa de uma vitória por dois gols sobre o Inter, na Ilha do Retiro, já que perdeu o primeiro duelo por 1 a 0.
A partida começou bem lenta e só esquentou na metade do primeiro tempo. A primeira chance de perigo foi do Botafogo. Aos 29min, em cobrança de falta pela meia-esquerda, Jorge Henrique cruzou e Magrão conseguiu boa defesa após desvio.
O time do Sport respondeu três minutos mais tarde. Sempre perigoso no ataque, Romerito chutou, Kássio recuperou a bola, tentou o chute, mas André Luís salvou o Botafogo.
O Botafogo conseguiu abrir o placar aos 33min. Eduardo entrou na área pela direita, chutou em cima de Magrão, pegou a sobra e foi travado no momento do cruzamento. Mas Jorge Henrique estava atento no lance e marcou na sobra.
A equipe carioca desperdiçou uma chance de marcar o segundo gol ainda no primeiro tempo. Aos 36min, Túlio Souza dominou pelo lado esquerdo da área, cortou e chutou forte. Magrão espalmou, mas Jorge Henrique errou no rebote.
Atrás no marcador, o time do Sport voltou para o segundo tempo pressionando o Botafogo. Aos 12min, Luciano Henrique acertou ótimo passe para Dutra. O lateral cruzou, Roger bateu de primeira, mas para fora.
Quando o Sport ameaçava uma reação, o time pernambucano teve seu entusiasmo interrompido com a queda de energia no Estádio do Engenhão, aos 28min. Após 20 minutos de interrupção, a partida voltou em ritmo lento e o Sport raramente ameaçou o gol do Botafogo.
O time carioca ainda conseguiu ampliar a vantagem aos 64min do segundo tempo. Diguinho recebeu de Jorge Henrique, entrou na área, passou pelo goleiro e tocou para o fundo das redes
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Homenagem à Minha Mãe!


Minha mãe, Maria Lucia, exemplo de Garra, Luta e Perserverança, responsável diretamente pelo brilho nos meus olhos e pela alegria do meu viver! Te amo!

Só Por Hoje - Prontificando-se inteiramente

“(...) e olhamos bem o que estes defeitos estão fazendo nas nossas vidas. Começamos a ansiar pela nossa libertação desses defeitos’.

Texto Básico, p. 37

Prontificar-se inteiramente a ter nossos defeitos de caráter removidos pode ser um longo processo, muitas vezes acontecendo durante o curso de uma vida inteira. Nosso estado de prontidão cresce em proporção direta a nossa consciência destes defeitos e da destruição que causam.
Podemos ter dificuldades em ver a devastação que nossos defeitos estão infligindo em nossas vidas e nas vidas daqueles que estão à nossa volta. Se este é caso, faremos bem em pedir que nosso Poder Superior revele estas falhas que se colocam no caminho do nosso progresso.
Ao abrir mão de nossas imperfeições e perceber a diminuição de sua influência, vamos notar que um Deus amoroso substitui medo, encontramos coragem. Onde éramos egoístas, encontramos generosidade. Nossas ilusões a nosso respeito deram lugar à honestidade e auto-aceitação.
Sim, prontificar-se inteiramente significa que vamos mudar. Cada nível novo de prontidão traz novas dádivas. Nosso modo de ser se transforma e logo descobrimos que nossa prontidão não mais impulsionada somente pela dor, mas também por um desejo de crescer espiritualmente.

Só Por Hoje: Eu vou aumentar meu estado de prontidão, ficando mais consciente de minhas imperfeições.

Se a juventude é levada a sério, o futuro nos pertence!



POLÍTICAS PÚBLICAS DE JUVENTUDE

"Os anos de neoliberalismo e os oito anos de governo FHC foram cruéis e são sentidos até hoje pelajuventude brasileira. Ao falar em educação vemos que apenas 7,2% dos jovens têm acesso ao ensino superior e 40% param de estudar entre 16 e 17 anos, quase metade deles por dificuldades financeiras.
Dados apontam que 72,8% das mortes de jovens não são consideradas fruto de causas naturais. De acordo com o Mapa da Violência 2006, o Brasil aparece como o terceiro país em número de mortes de jovens por homicídios, com taxas de 55,5 para cada 100 mil jovens, só superado por Colômbia e Venezuela.
Os jovens, portanto, compõem o segmento populacional mais vulnerável aos males do Capitalismo, como a violência e a dependência de drogas. Nossa juventude sofre hoje, na realidade, um verdadeiro processo de extermínio, derivado de um sistema injusto e excludente.
A saída é a participação.
Levando em conta todas essas mazelas e também os anseios dos jovens é que hoje em dia se fala tanto em políticas públicas de juventude (PPJ). São diversos temas ligados à nossa realidade – trabalho, educação, esporte, lazer, moradia, segurança, sexualidade, cultura, drogas, meio ambiente, e outros.
Como em qualquer política pública, as PPJs também são tema de disputa política e ideológica. Defendemos a ampliação dessa discussão, com garantia de participação de toda a sociedade civil, e principalmente dos movimentos juvenis. Em outras palavras, são os próprios jovens que podem contribuir melhor para a formulação de políticas mais próximas de suas reais necessidades.
Todos os direitos pelos quais lutamos devem ser bandeiras na discussão das PPJs, assim como devemos levar em conta todos os dados da realidade concreta da juventude brasileira. Também é necessário fazer recortes importantes ao se pensar as PPJs, lembrando que existem jovens deficientes, negros, mulheres e homossexuais.
Para citar um exemplo, mais de metade das jovens já engravidaram, sendo que 30% delas até os 18 anos. Ou seja, esse recorte tem que ser levado em consideração.

“A juventude prevaleceu” (Art Popular)

Criados pelo governo Lula, a Secretaria Nacional de Juventude, o Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) e programas como o ProJovem inauguraram um importante marco institucional para as PPJs.
Soma-se a isso a convocação da I Conferência Nacional de Juventude, que apenas em suas etapas iniciais já mobilizou 200 mil jovens. Há também diversas ações em andamento no Congresso Nacional, como a discussão do Plano Nacional de Juventude e do Estatuto da Juventude.
Por seu potencial mobilizador e de promoção do diálogo democrático, merece destaque a criação do Conjuve, que se tornou um importante espaço de interlocução do governo com a sociedade. Sua criação representa um considerável passo para o êxito do novo modelo de políticas públicas de juventude, já que estas precisam contar com a participação efetiva dos jovens em sua elaboração, avaliação, proposição e execução.
A UJS, através das entidades em que atua, jogou papel fundamental na eleição da nova composição do Conselho, tendo sido ela mesma eleita para essa nova gestão. Os novos membros do Conselho tomaram posse em fevereiro deste ano.
Sabemos que as políticas em desenvolvimento no governo Lula ainda apresentam uma série de problemas e distorções, que precisam ser solucionadas e corrigidas. É claro que a política econômica vigente interfere diretamente nas ações governamentais, inclusive naquelas voltadas à juventude. Mas esses e outros problemas nem de longe são capazes de apagar os avanços que tivemos nessa área. Podemos afirmar que a política de juventude do atual governo vai no mesmo sentido da idéia geral que levou à eleição de Lula em 2002: a da construção de um novo projeto para nosso país, baseado em concepções distintas àquelas dos governos anteriores."

Trecho da Tese "Se o presente é de luta, o futuro nos pertence"

UJS-RJ rumo ao 9º Congresso Estadual com crescimento triplo


O 9º Congresso Estadual da UJS-RJ será realizado nos dias 16, 17 e 18 de maio, na cidade universitária da UFRJ, no Rio de Janeiro. O encontro reunirá jovens e filiados à UJS de várias cidades do Estado do Rio de Janeiro.
O Congresso da UJS é realizado de dois em dois anos e tem o objetivo de traçar as perspectivas da entidade para o próximo biênio. Além da etapa estadual, neste ano ocorrerão também a etapa municipal em Campos-RJ e a etapa nacional em São Paulo-SP.De acordo com Rodrigo Weisz, diretor de movimento universitário da UJS-RJ, o Congresso da UJS é sempre um momento de crescimento. "Devemos passar dos 15 mil filiados em todo o estado. Isso significa que cresceremos o triplo do congresso passado", revela Rodrigo.A programação do Congresso Estadual da UJS inclui 14 grupos de discussão, atividade cultural com o Grupo Tá na Rua, além de um lual à beira-mar. Os interessados em participar devem entrar em contato com a direção municipal da UJS Campos através do e-mail
ujs@ujscampos.org.

14º Congresso Nacional da UJS - De 29 de maio à 1 de junho será a vez da etapa nacional do Congresso. Jovens de todo o Brasil se encontrarão na cidade de São Paulo para participar do fórum máximo de deliberação da entidade. Esse ano a tese proposta chama-se "Se o presente é de luta, o futuro nos pertence"
Atualizado às 21:27: André Lacerda (Presidente da UJS Campos) disse...
Lembrando que essas datas estão defasadas, pois o Congresso Estadual e o Congresso Nacional foram adiados, respectivamente, para 7 à 8 de junho e 12 à 15 de junho.Saudações socialistas,André Lacerda

Concurso do IFET Fluminense, Edital Disponível dentro de alguns dias!

O IFET Fluminense, tornará público de alguns dias o Edital para preenchimentos de vagas em diversos cargos, dentro do programa de expansão da Rede Federal de Educação Tecnológica. Segundo dados das Portarias do MEC, de nºs 544 e 545, publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 7, serão disponibilizadas 55(cinquenta e cinco) vagas para a Unidade de Ensino Descentralizada em Cabo Frio-RJ e 28 (vinte e oito) vagas para a Unidade Sede em Campos dos Goytacazes.
Vagas para a Unidade de Ensino Descentralizada em Cabo Frio:
Nível Superior, 40 (quarenta) vagas:
Professor de 1º e 2º Graus, 30 (trinta), Administrador 1 (uma) , Analista de Tecnologia da Informação 1 (uma), Assistente Social 1 (uma), Bibliotecário - Documentalista 1 (uma), Engenheiro - Área 1 (uma), Jornalista 1 (uma), Médico - Área 1 (uma), Pedagogo - Área 1 (uma) e Técnico de Assuntos Educacionais 2 (duas).
Nível Médio, 15 (quinze) vagas:
Assistente em Administração 9 (nove) ,Técnico de Laboratório - Área 2 (duas), Técnico de Tecnologia da Informação 1 (uma),Técnico em Audiovisual 1 (uma), Técnico em Eletrotécnica 1 (uma) e Técnico em Enfermagem 1 (uma).
Vagas para a Unidade Sede - Campos dos Goytacazes-RJ:
Nível Superior, 17 (dezessete) vagas:
Professor de 1º e 2º Graus 11 (onze), Administrador 1(uma), Contador 1(uma), Engenheiro - Área 1(uma), Médico - Área 1(uma), Programador Visual 1(uma), Técnico em Assuntos Educacionais 1(uma).
Nível Médio, 11 (onze) vagas:
Assistente em Administração 5 (cinco), Técnico em Enfermagem 2 (duas), Técnico de Laboratório - Área 2 (duas) e Técnico de Tecnologia da Informação 2 (duas).
Maiores informações serão disponibilizadas no site do IFET Fluminense: www.cefetcampos.br
Atualizado as 13:26 - Após contato telefônico com Diretora do IFET Fluminense, professora Cibele Botelho Daher Monteiro, a mesma informou a existência do concurso e a disponibilidade do Edital na próxima semana, provavelmente segunda(12/05) ou terça-feira (13/05), devido à necessidade de publicação do mesmo no Diário Oficial da União, informou ainda que para atender as necessidades do Sistema IFET Fluminense, o número de vagas oferecido será redistribuido, contemplando também a Unidade de Ensino Descentralizada em Guarus.

Novos cargos atenderão à expansão da rede federal de educação tecnológica

O Ministério da Educação autorizou as instituições federais de educação profissional e tecnológica a realizar concursos públicos para o preenchimento de 3.380 vagas de professores e técnico-administrativos. São 1.560 vagas de professor de 1º e 2º graus e 1.820 vagas de técnico-administrativo em educação. As instituições têm até o final de 2008 para promover os concursos.
Os novos cargos são destinados aos centros federais de educação tecnológica (Cefets), escolas agrotécnicas federais, escolas técnicas vinculadas às universidades federais, além da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Colégio Pedro II e Escolas Técnicas Federais de Palmas e Rondônia.
As vagas têm duas destinações: vão atender as novas unidades de ensino que integram as fases 1 e 2 do plano de expansão da rede federal e suprir a carência de professores e de pessoal administrativo em algumas unidades criadas nos últimos dez anos e que até hoje não têm quadros próprios de pessoal.
“Além de duplicar o número de escolas, é necessário contratar novos servidores para garantir um ensino de qualidade”, explica o secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Eliezer Pacheco. Segundo ele, com infra-estrutura adequada, contratação de novos docentes e salários dignos é possível garantir um ensino que é referência no Brasil.
Hoje há 12.664 professores para 173 mil estudantes nas 185 escolas da rede federal de educação profissional, que oferecem cursos de nível médio e superior. Com o plano de expansão da rede, em 2010 serão 354 escolas em funcionamento. Para a ampliação do número de escolas da rede, novos profissionais serão contratados.
Remuneração – O piso salarial, tanto dos professores quanto dos técnico-administrativos, é variável. A remuneração para professor de 1º e 2º graus, com dedicação exclusiva, varia de R$ 1.901,71 a R$ 5.894,87. Já o vencimento do técnico-administrativo em educação vai de R$ 701,98 a R$ 3.020,53.
A realização dos concursos foi autorizada por meio das
portarias de número 544 e 545, publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 7. Cada instituição promoverá o concurso de acordo com as suas atividades e calendário letivo.
Sophia Gebrim

Procura-se por um Herói!! Homenagem ao Grande amigo Romualdo!

Militante do Movimento estudantil, Presidente da FEC dos estudantes entre 1994 e 1996...A entidade ainda era dos estudantes.
Liderança Estudantil Participativa no FORA COLLOR!
Entre 2004 e 2007, realizou um sonho. Começar e concluir a Faculdade de História na FAFIC. Atualmente é professor de História e cursando pos-graduação em Literatura Memoria Cultural e Sociedade no CEFET Campos.

No final dos anos 90, pesquisadores e filósofos da cultura brasileira anunciavam aos quatro cantos do mundo que a MPB estava na UTI. Um certo exagero, mas com um fundo de verdade, pois vivíamos de norte a sul tempos da lambada, axé-music e outros ritmos calientes.
Como parte do cenário, o início dos anos 90 também foram tempos incertos, onde o medo e a esperança caminhavam juntos por conta do novo presidente que confiscou poupanças, abriu a economia ao estrangeiro e mergulhou de cabeça em um mar de corrupção. O povo foi às ruas, cantou e gritou contra o presidente como nos anos 60, palavras de ordem foram levantadas e mostravam na sua essência a necessidade de resgate de um sentimento abandonado por seus intelectuais.
Prova disto é que naquele período poucos foram os artistas que ousaram gravar músicas como a banda Legião Urbana, que cantou em seu disco Cinco a seguinte canção:
“Não sou escravo de ninguém, ninguém é senhor do meu domínio (...) Não me entrego sem lutar, tenho ainda coração, não aprendi a me render, que caia o inimigo então (...)”.
A música “Metal Contra as Nuvens” denunciava o teor tirânico do presidente Collor quando este confiscou as economias bancárias de boa parte da população brasileira.
Já nas ruas o que mais se ouvia eram Hinos dos Anos Dourados como as músicas: “É Proibido Proibir” e “Alegria, Alegria” de Caetano Veloso ou ainda “Apesar de Você” de Chico Buarque.
Seguimos em frente, e ainda hoje se pergunta: Onde estava? – melhor – Onde está o pensamento vivo da música brasileira? Alguns afirmam que anda perdido pelos bares e botequins da Lapa carioca. Outros afirmam, que andam de pires na mão vagando em Brasília pelos jardins do palácio do planalto e do congresso procurando migalhas para sua sobrevivência.
Vivemos dias incertos, onde a realidade é prescrita todos os dias pela televisão. A violência, a miséria, a fome e a corrupção andam lado a lado com o poder governamental e poucos são os que se arriscam em cantar “declare guerra a quem finge te amar” e muitos são os que perderam a sua essência, e se tornaram coniventes com a sua própria incapacidade de pensar e reagir.
Pessoalmente eu ainda acredito que se trata de um período passageiro e que as gerações futuras ainda cantarão canções de nosso tempo, como hinos de louvor a um período, onde o povo brasileiro conseguiu ultrapassar a barreira da prisão televisiva. Das “garotas melancia”, das musiquetas das torcidas e dos demais sistemas coletivos de paralisia mental.restaram apenas lembranças.
Sei que estamos longe desta evolução. Mas o primeiro passo tem que ser dado, não precisamos de um herói para nos dar sacolões, cheques e boquinhas. Precisamos do herói que está dentro de cada um que se preze a usar a cabeça em vez da bunda!

...Não fazemos música pra adestrar macaco!!
( Banda Camisa de Vênus )

ROMUALDO BRAGA
Professor de História e Produtor de Rádio.
romualdobraga.blogspot.com - romualdobraga@gmail.com