1ª Conferência Intermunicipal de Educação

Fotos: Fabiano Seixas
Professora Joilza (C) ao lado das Secretarias de Educação da região.

Professor, pedagogo e psicanalista, Marcelo Damasceno


Militantes pela educação: Lara Barreto Seixas, Ana Marina Lacerdad e Graciete Santana

Foi iniciada hoje a 1ª Conferência Intermunicipal de Educação, no Teatro Municipal Trianon. Evento que tem por objetivo discutir melhorias para a qualidade da educação na região. Outras metas propostas são a análise e a aprovação do documento-referência da Conferência Nacional de Educação (Conae), que será apresentado na etapa estadual, em novembro deste ano. Cambuci, Cardoso Moreira, Italva, São Fidélis, São João da Barra e São Francisco também participam do encontro.

A conferência está fazendo um diagnóstico regional e desenvolvendo propostas para subsidiar a efetivação do Sistema Nacional Articulado de Educação para todo o país. Diferentes agentes educacionais, autoridades e secretários dos municípios participantes, além de representantes de instituições, apresentaram suas propostas para o desenvolvimento de uma educação renovadora.

A secretária de Educação, Joilza Rangel, lembrou o tema do evento, "Construindo o Plano Nacional de Educação sob o olhar das políticas públicas municipais". Ela falou sobre o documento-referência que propõe o estudo de seis eixos temáticos. "Os professores devem escolher o caminho da paixão. Essa conferência deve nos ensinar a pensar a Educação de forma coletiva, sem desanimar", disse.

Professor, pedagogo e psicanalista, Marcelo Damasceno, iniciou as discussões lembrando a 1ª Conferencia Nacional de Educação, realizada em 1941, e afirmou que a Conae, marcada para abril de 2010, deve reforçar o que já foi construído em conferências anteriores. Na ocasião, o pedagogo fez um histórico do planejamento da educação no país. Para ele, a conferência deve ajudar a fortalecer os municípios dentro das suas realidades.

- Que a escola participe de todas as ações da prática educacional e não apenas execute os parâmetros indicados pela gestão nacional. Educação deve ser planejada para dez anos, entendendo a multiplicidade dos problemas. E isso deve transcender os interesses políticos. Nossa luta deve ser pela construção de propostas únicas, mas respeitando a diversidade - disse o educador, que é mestre em planejamento e gestão e membro da Associação Brasileira de Educação. Marcelo foi o formulador do Plano de Educação de Itaperuna, no Noroeste do estado.

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