ELEIÇÕES 2010

Por Lara Barreto de Oliveira Seixas
Assistente Social


A nossa sociedade brasileira esteve no 03 de outubro vivendo um processo eleitoral com muita compra de votos em silêncio. Este é um processo no qual, a participação tem uma história de debates sobre a consolidação da democracia apesar dos brasileiros criticarem o método de apresentação dos candidatos.

A política é vivenciada neste momento e no cotidiano das famílias de certa forma há um debate de ideias, mas por outro lado, um distanciamento sobre o tema em outras famílias assim como percebemos que durante os processos de decisão nos projetos de lei e em outros processos de decisão não fazemos parte da construção das políticas sociais públicas.

A proposta dos Conselhos nas cidades, estados e território nacional acontece com uma marca insuficiente, pois, não são espaços suficientes para o exercício da cidadania e muitas vezes, espaços que a sociedade civil não tem condições de disputar entre o embate político das correlações de forças partidárias. Há corrupção, manipulação e alienação entre os envolvidos.

Os candidatos deste pleito 2010 estão divididos entre os que defendem a continuidade do sistema socioeconômico do capitalismo, são chamados de neoliberais que propõem mudanças no sentido de garantir a população os melhores salários fazendo uma barganha com o voto quando são assistencialistas em suas relações para os cidadãos e famílias. E outros poucos que tem esperança de um mundo socialista. O processo eleitoral é o momento que os partidos têm para falar para todos sobre seus ideais e o fortalecimento da esquerda através das informações apresentadas para fazer a revolução.

Os votantes foram livres para o voto nulo, em qualquer orientação partidária, ou até o voto com análise pessoal do candidato ou de renovação ou de continuidade ou o voto pelo que bem cotado nas pesquisas ou benesse conquistada através do candidato A ou B. Isso ainda é uma realidade que se cruza com a qualidade dos serviços de educação no município.

As políticas de transporte, saúde, criança, adolescente, saúde da mulher, idoso, pessoa com deficiência estão em andamento, porem temos o compromisso de falar que os muitos direitos não tem saído do papel, ou seja, não sai do corpo da Lei, o discurso eleitoral vai da corrupção com as candidaturas de ficha limpa até as revoluções sociais. O que fica é uma pratica que sujou as ruas da cidade e mais quatro anos da vida política do país para uma nova decisão no segundo turno bi polarizada. O PV tem essa eleição nas mãos, pois fez uma votação bastante expressiva.

Os rumos do Brasil nesse cenário são pensados a partir das participações femininas nas crenças do futuro onde as crianças, os idosos, os deficientes, os homens e as mulheres sejam respeitados em seus direitos políticos e sociais.

O Senado, a ALERJ, a Câmara dos Deputados e o Congresso Nacional podem se organizarem para ter de agora em diante maior interlocução ou esses seis pleitos pós – ditadura não terão tanto sentido.

Um comentário:

Blog Vitor Longo disse...

Sepé,

Inicialmente quero parabenizá-lo pelas excelentes matérias, mas preciso urgentemente manter um contato pessoal com você. Ligue Para mim, ou passe teu telefone.

Desde já agradeço.

Vitor Augusto Longo Braz
9981-9117