Quarto dia: Diários de uma Bienal

22/01
Todos acordam com mais disposição do que já tem, por um único motivo, o show de Marcelo D2 no Pelourinho.
Depois de mais um dia de desespero sem água direto nos banheiros e com os vasos sanitários interditados, partimos para o Teatro Vila Velha, onde a Bienal está mais presente. Aconteceu palestras de diversos assuntos simultâneos, oficinas da CUCA sobre arte (você faz sua arte).
SE FOR NO PELÔ, EU VOU!!!
Após a maioria da galera ter mudado o visual desde o primeiro dia, estavam todos prontos para o show no Pelô.
O Pelô é uma ladeira, imaginem um show bom no Pelourinho?! Fica lotado, cada passo que dávamos era uma conquista de não ter rolado ladeira abaixo.
Presenciei um quase furto. Um cara cm uma bebida na mão virou de costas para um jovem e com a outra mão livre ele foi com calma e leveza pegar a carteira do jovem. Até que percebi o que iria acontecer e então falei com o jovem que ele seria furtado pelo tal cara. O cara quando viu que tinha falado, saiu andando puto da vida comigo! Menos um furto!

Um comentário:

afcsagaz disse...

bienal sem falta d'água não existe! hauahuahau