Rock e MPB na 2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras

Banda Ladrões de Versos fará uma apresentação especial no sábado, dia 15, após exibição de filmes, no Núcleo Artes, Terapias e Ofícios

A banda de Jacarepaguá (RJ), Ladrões de Versos, vai agitar a noite de 15 de novembro, primeiro sábado da 2ª Mostra do Filme Ambiental e Etnográfico de Rio das Ostras.
Com repertório variado, passando do rock underground brasileiro dos anos 80 à MPB, a banda se apresentará no Núcleo Artes, Terapias e Ofícios, após a exibição de filmes, que começará às 18h00.
Os Ladrões de Versos são: Cacau Lira (voz), Marcus Vinicius (violão e voz), Juninho Daimon (guitarra) e Fred (bateria).
Além de suas próprias composições, eles interpretam versões inusitadas para canções de artistas consagrados como Cartola, Pena Branca e Xavantinho, Finis África, TNT, Tim Maia, Raul Seixas, Titãs, Bezerra da Silva, entre outros.
O show terá entrada franca e a sessão de cinema também.
O Núcleo Artes, Terapias e Ofícios fica na Rua Paraná, 157, Extensão do Bosque, Rio das Ostras.
Curtas da noite
Na programação de filmes da 2ª MFAERO para essa noite; os curtas Atafona por quê, e
Vida Caiçara, inseridos no Programa Degradação Ambiental: imposição da natureza, do homem, ou dos dois?, da Mostra Competitiva.
Com direção de Miguel Freire, Atafona por quê releva a paisagem de uma das praias mais conhecidas da região. “O avesso do cartão-postal – paisagens de ruínas de casas e prédios, destroços e dunas, trazem inquietações que procuram porquês. Cenários insólitos revelam o avanço do mar sobre a cidade trata-se da erosão costeira na praia de Atafona, litoral norte-fluminense, um fenômeno que ganha diferentes explicações e sentido do discurso científico de Atenah, na sabedoria popular de Métis e nas indagações da pequena Atafona”.
De Luiz Bargmann Netto, Vida Caiçara, produção de São Paulo, apresenta depoimentos de moradores de áreas de preservação ambiental, no litoral sul do Estado. A força das leis de proteção ambiental obriga essas pessoas, que estavam em paz com a natureza, a mudar o que possuem de mais próprio: sua cultura.
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