Mostra dos filmes vencedores do 10º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental de Goiás – Brasil


Programação do SESC Campos

7/8, 15h Zona de Diluição Inicial
Documentário, 30min, 2006, direção: Antoine Boutet – França.
Contato:
dardard@club-internet.fr

As transformações urbanas causadas pela construção da maior represa do mundo na região das Três Gargantas na China. O estado das margens, das cidades e vilas situadas no rio Yang Tsé, antes do término da construção (previsão 2008), desde aquelas em ruínas ou desaparecidas até as que experimentam uma grande expansão econômica. As conseqüências que a represa trará ao meio ambiente e às populações locais quando as águas finalmente atingirem seu nível mais alto.


7/8, 19h Subpapéis
Documentário, 18min, 2007, direção: Luiz Eduardo Jorge – Goiás; Brasil.

Um mergulho nas profundezas da reciclagem do lixo urbano. As contradições existentes no trabalho dos catadores de lixo. Mão-de-obra explorada, muitas vezes em condições desumanas é, ao mesmo tempo, responsável pelo resgate ambiental de matérias que retornam à vida do consumo.

08/08, 15h - Batida na floresta
Documentário, 58min 30seg, 2006, direção: Adrian Cowell – Reino Unido / Brasil.
Contato:
nomadfilms@tiscali.co.uk

Os conflitos gerados pela exigência de licenciamento para extração de madeira no Vale do Guaporé, em Rondônia. Madeireiros e fazendeiros ilegais, apoiados por políticos locais, nem de longe têm qualquer nível de consciência sobre o processo de aquecimento global, causado em parte pelas derrubadas e queimadas da Amazônia. Equipes de fiscalização tentam colocar um pouco de ordem e lei no lugar.

08/08, 19h – Delta, o jogo sujo do petróleo
Documentário, 64min, 2006, direção: Yorgos Avgeropoulos – Grécia.

No delta do rio Niger, na Nigéria, de onde é extraída grande parte do petróleo mundial, ataques de bombas, seqüestros e assassinatos fazem parte da rotina diária. Vazamentos de óleo no rio destroem flora e fauna, envenenam a cadeia alimentar e, conseqüentemente, ameaçam a existência dos 27 milhões de habitantes naturais da região. O documentário mostra como as gigantescas companhias multinacionais de petróleo definem a imagem do “progresso”, enquanto a população ousa exigir o óbvio: o fim dessa situação.

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